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Família de Gisele Santana quer que Geraldo Neto seja expulso da polícia

Tenente-coronel da polícia está preso suspeito de matar a mulher, que também era integrante da corporação

Fala Brasil|Do R7

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O tenente coronel Geraldo Leite Rosa Neto prestou um novo depoimento em que reafirmou não ter matado a policial militar Gisele Santana. Durante o depoimento ao juiz, Neto alegou que suas ações no dia do ocorrido foram baseadas em seu conhecimento das leis e negou qualquer comportamento criminoso.


Neto admitiu que seu relacionamento com a esposa era conturbado mas rejeitou ser controlador. Ele afirmou ainda que ela demonstrava mais ciúmes do que ele próprio, usando a expressão que "Gisele parecia um zagueiro paraguaio". Atualmente detido no presídio militar Romão Gomes, o tenente-coronel aguarda novos laudos periciais para conclusão do inquérito policial.


A corregedoria da Polícia Militar também conduz uma investigação paralela sobre o caso. Enquanto isso, amigos e familiares de Gisele organizam um abaixo-assinado pedindo pela expulsão de Neto como medida máxima de responsabilização dentro da corporação. A expulsão sugere quebra grave de conduta.


Com 220 páginas em sua ficha funcional desde 1991, Geraldo Neto acumulou 110 elogios por sua atuação na polícia e foi premiado por reduzir índices criminais na região sob seu comando em 2019. No entanto, ele também recebeu cinco punições disciplinares durante sua carreira. Investigações anteriores sobre supostas agressões foram arquivadas sem menção a assédios na documentação oficial.




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