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Justiça nega pedido de liberdade de tenente-coronel suspeito de atirar contra a esposa em SP

Além de feminicídio, o policial também responde por fraude processual

Fala Brasil|Do R7

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O Superior Tribunal de Justiça negou o pedido de liberdade do tenente-coronel da Polícia Militar acusado de matar a própria esposa, também policial, em São Paulo. A decisão é do ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que rejeitou o pedido feito pela defesa de Geraldo Neto. Com isso, o processo não terá andamento na Corte e o tenente-coronel segue preso preventivamente.

Segundo as investigações, ele teria atirado contra a vítima e, depois, alterado a cena do crime para simular um suicídio. Além de feminicídio, o policial também responde por fraude processual. A defesa argumenta que a Justiça Militar não teria competência para julgar o caso e pedia a soltura imediata. No entanto, o relator entendeu que não há decisão anterior do STJ que justifique a análise da reclamação.

O tenente-coronel foi preso nesta semana e passou por audiência de custódia, que manteve a prisão. Ele está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital paulista.

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