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Laudos confirmam que tenente-coronel Geraldo Neto matou Gisele Santana, diz polícia

Investigação descarta suicídio e aponta feminicídio com base em provas periciais

Fala Brasil|Do R7

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A Polícia Civil concluiu que a morte da policial militar Gisele Santana foi um caso de feminicídio cometido pelo tenente coronel Geraldo Neto. A tese inicial de suicídio foi descartada após análises detalhadas de exames periciais, fotos e vídeos. A reconstituição 3D dos fatos revelou que seria impossível Gisele ter disparado contra si mesma e caído no chão segurando a arma na mão direita.


Os investigadores acreditam que o tenente-coronel imobilizou Gisele por trás antes do disparo. Exames com luminol detectaram vestígios de sangue em várias partes da residência do casal, contradizendo o depoimento do oficial que alegou não ter tido contato físico com o corpo.


Mais de 1300 páginas foram revisadas durante as investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Corregedoria da PM. Relatórios indicaram problemas no relacionamento entre o casal. Em uma mensagem de 6 de fevereiro, Gisele expressa seu desejo pelo divórcio devido à falta de respeito e agressões.


Além disso, descobriu-se que Geraldo tinha acesso às redes sociais dela e excluía contatos masculinos sem consentimento. No dia do crime, ele fez diversas ligações suspeitas antes das autoridades serem acionadas oficialmente.


As câmeras corporais dos policiais presentes na ocorrência registraram conversas sobre a permissão para o acusado tomar banho antes das análises residuográficas.


O tenente-coronel nega todas as acusações e afirma nunca ter agredido sua esposa nem ser responsável por sua morte. Os elementos coletados sustentam outra versão dos acontecimentos segundo os investigadores responsáveis pelo caso.




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