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Novas gerações já não conseguem identificar a hora em relógios de ponteiro

Dispositivos móveis fazem jovens perderem a familiaridade com números e ângulos

Fala Brasil|Do R7

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A habilidade de ler relógios de ponteiro está se tornando um desafio para muitos jovens. Com menos de 30 anos e imersos na era digital, eles frequentemente recorrem aos celulares em vez dos tradicionais mostradores analógicos.


Historicamente, os relógios mecânicos têm sido parte da vida humana por mais de 700 anos. No entanto, com a ascensão da tecnologia digital e dispositivos móveis que exibem as horas instantaneamente, muitos jovens perderam a familiaridade com os números e ângulos dos ponteiros.


Essa tendência não é apenas uma questão individual; representa uma mudança geracional importante. O antropólogo Alexandre de Almeida destaca que essa dificuldade não indica falta de inteligência nos jovens atuais. Eles possuem conhecimentos diferentes daqueles das gerações anteriores.


O fenômeno pode ser observado em locais icônicos como a Elizabeth Tower em Londres — onde o famoso sino Big Ben ressoa — mas cada vez mais pessoas são incapazes de interpretar o tempo ali marcado sem recorrer à tecnologia moderna.


Enquanto alguns ainda preferem os relógios analógicos pela clareza visual ou nostalgia, outros veem neles apenas um vestígio do passado. A autoridade outrora exercida pelos grandes relógios nas paredes agora reside nos bolsos através dos smartphones que centralizam muitas funções cotidianas além da simples marcação do tempo.

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