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Operações policiais fecham duas fábricas clandestinas de cosméticos em SP e no RJ

Especialistas alertam que o uso de produtos falsificados pode causar desde irritações leves até reações graves, devido à composição e armazenamento inadequados

Fala Brasil|Do R7

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Nos últimos dias, operações policiais fecharam duas fábricas clandestinas de cosméticos em São Paulo e no Rio de Janeiro. As investigações se iniciaram após denúncias das fabricantes legítimas.


Na Grande São Paulo, a polícia prendeu 13 pessoas envolvidas na produção ilegal de cosméticos da marca WePink, pertencente à influenciadora Virginia Fonseca. Este grupo já havia sido alvo de ações contra falsificadores anteriormente. Em nota, a empresa reforçou aos clientes a importância de comprar os produtos nos canais oficiais.


No Rio de Janeiro, outra operação encontrou mais de 20 toneladas de cosméticos irregulares, que usavam indevidamente o nome de uma marca chinesa. Além dos cosméticos, a Anvisa apreendeu lotes falsos de um bioestimulador de colágeno injetável.


Especialistas alertam que o uso de produtos falsificados pode causar desde irritações leves até reações graves, devido à composição e armazenamento inadequados Consumidoras como Letícia Pereira e Júlia vivenciaram esses riscos: Letícia enfrentou lesões após usar um creme suspeito, enquanto Júlia teve dificuldades para remover uma argila facial falsa comprada online, transformando seu relato em um alerta sobre o mercado paralelo.


Para reduzir o risco, a orientação é comprar apenas em canais oficiais, já que identificar um produto falso é difícil sem a ajuda de especialistas. Produtos abaixo do preço de mercado são indicativos de falsificação e representam riscos à saúde.

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