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Películas antivandalismo e atenção: motoristas de SP buscam proteção contra gangue do quebra-vidro

Aumento de roubos em semáforos leva motoristas a investir na segurança

Fala Brasil|Do R7

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O aumento dos casos de roubo no trânsito de São Paulo tem levado motoristas a buscar alternativas para se protegerem. A prática criminosa conhecida como "gangue do quebra-vidro" assusta condutores ao redor da cidade. Recentemente, um vídeo da influenciadora Tabata Lenk sendo roubada enquanto dirigia na capital paulista destacou o risco crescente enfrentado por quem trafega pela região.


Os criminosos costumam quebrar os vidros dos carros para furtar celulares e outros pertences visíveis dentro dos veículos. Além das perdas materiais imediatas, as vítimas muitas vezes sofrem prejuízos adicionais com transações bancárias não autorizadas realizadas pelos ladrões.


Para mitigar esses riscos, muitos motoristas estão investindo em películas antivandalismo que aumentam a resistência dos vidros do carro. Existem diferentes níveis de proteção disponíveis: desde opções básicas que suportam até 40 quilos por centímetro quadrado até versões mais robustas capazes de aguentar cerca de 150 quilos por centímetro quadrado. Essas películas são feitas de poliéster resistente e têm como função principal retardar o acesso ao interior do veículo após uma tentativa de arrombamento.


Ricardo, um taxista que já foi alvo cinco vezes desse tipo de ataque na região central da cidade, adotou medidas adicionais além das películas protetoras. Ele desenvolveu um sistema improvisado utilizando cabos de aço para prender seu celular ao painel do carro.


Embora os benefícios oferecidos pelas películas antivandalismo sejam significativos, com preços variando entre R$1.500 e R$5 mil para instalação nos quatro vidros laterais, nem todos os motoristas podem arcar com esse custo elevado. Para aqueles que não conseguem ou optam por não investir nesse tipo específico de segurança automotiva, restam apenas precauções pessoais e contar com a sorte durante seus trajetos diários pela metrópole paulistana.


Altair é outro taxista preocupado com essa situação; ele alerta seus passageiros sobre áreas perigosas quando circula pela cidade, tentando manter distância segura entre seu veículo e outros à frente, minimizando assim oportunidades para incidentes.




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