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Por propina, quadrilha forçava internações desnecessárias na UTI e chegava a induzir pacientes ao coma

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Fala Brasil|Do R7

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Entre um diretor do Samu, médicos, enfermeiros, motoristas e socorristas, 21 pessoas foram presas em quatro cidades de Goiás. A quadrilha forçava internações desnecessárias na UTI de clínicas particulares para receber o dinheiro dos planos de saúde em forma de propinas. Pacientes muitas vezes, em vez de serem tratados, eram induzidos ao coma por socorristas para quem fossem encaminhados à UTI. A fraude ainda limitava o acesso de pacientes que realmente precisavam de terapia intensiva.

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