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Afeto coletivo: cães comunitários transformam o ambiente e geram bem-estar

No Instituto Federal de São Miguel, um cão sem raça definida chegou em 2018 e rapidamente se tornou parte da comunidade escolar

Hoje em Dia|Do R7

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Cães comunitários têm conquistado espaço e afeto em diversas localidades de São Paulo. No Instituto Federal de São Miguel, um cão sem raça definida chegou em 2018 e rapidamente se tornou parte da comunidade escolar. Conhecido como Jorge Douglas após votação entre os alunos, o animal é cuidado pelo Grêmio Estudantil que arrecada fundos para sua alimentação e bem-estar.


Outro exemplo é Urso, um cão que vive há três anos em um posto de combustíveis na região leste da cidade. Ele recebe atenção dos frentistas e clientes do local. A alimentação vem do restaurante próximo ao posto, enquanto a saúde é mantida com contribuições coletivas.


No interior paulista, Pingo reside há 22 anos em um posto na cidade de Vinhedo. Com apoio constante dos frequentadores do local para suas necessidades básicas e saúde, ele pode alcançar o título de cachorro mais velho do Brasil.


Esses cães demonstram como o cuidado compartilhado fortalece laços nas comunidades onde vivem. Mesmo sem uma casa fixa ou dono único, eles distribuem amor incondicional aos seus cuidadores humanos diários, transformando positivamente ambientes escolares, comerciais ou residenciais por onde passam diariamente.




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