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Mães que perderam filhas para a violência doméstica mostram resiliência e lutam por justiça

Valéria Fortes e Alethea Assunção são exemplos dessa força

Hoje em Dia|Do R7

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A dor da perda violenta de uma filha é um trauma que marca para sempre. Mães que vivenciam essa tragédia transformam seu luto em luta por justiça e apoio a outras vítimas. Valéria Fortes e Alethea Assunção são exemplos dessa força. Valéria perdeu sua filha Elda Mariel Aquino Fortes em março de 2024 após ser agredida até a morte pelo ex-companheiro Luiz Guilherme Costa. Determinada a buscar justiça, ela usou redes sociais para mobilizar pessoas e conseguiu prender o acusado dois meses depois do crime.


Já Alethea enfrentou o assassinato da filha Micaelly dos Santos Lara aos 19 anos pelo ex-namorado. Após esse episódio devastador, ela criou um instituto para ajudar outras mulheres vítimas de violência doméstica através da plataforma "Ela Protegida", oferecendo acolhimento e suporte.


Essas histórias destacam não apenas a busca por justiça mas também iniciativas que visam apoiar famílias afetadas pela violência contra as mulheres. O processo envolve reconstruir laços familiares rompidos pela tragédia enquanto se mantém viva a memória das filhas perdidas precocemente devido ao feminicídio.

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