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Participação feminina no crime cresce e mulheres assumem liderança em quadrilhas

Especialistas destacam que fatores sociais, como a falta de oportunidades e a pressão das redes criminosas, impulsionam a participação feminina no crime

Hoje em Dia|Do R7

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O envolvimento feminino em atividades criminosas está crescendo no Brasil, com mulheres assumindo funções anteriormente exclusivas dos homens em organizações criminosas. Elas são frequentemente motivadas por poder, dinheiro ou relações amorosas.


Rafaela Sampaio Camorim, conhecida como "Princesinha do crime", liderava uma quadrilha de roubos de veículos de luxo em São Paulo. Mesmo condenada e resgatada da prisão, foi presa novamente por furtos.


Suedna Barbosa Carneiro, a "Mainha do Crime", inovou ao terceirizar assaltos, sendo presa por participação em crimes violentos na capital. Já Raiane Campos de Oliveira liderava um grupo que aplicava golpes em turistas no Rio de Janeiro. Com várias passagens pela polícia, ela foi detida com suas cúmplices.


Pollyanne França Gomes exemplifica como relações pessoais podem influenciar o envolvimento no crime. Apaixonada por um chefe de facção, ela se tornou figura relevante no tráfico, antes de ser presa.


Especialistas destacam que fatores sociais, como a falta de oportunidades e a pressão das redes criminosas, impulsionam a participação feminina no crime, muitas vezes exacerbando as desigualdades de gênero.

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