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Veja como traumas de infância e relacionamentos quebrados deixam marcas que atravessam as gerações

Feridas invisíveis deixadas pela violência podem afetar o relacionamento com os filhos

Love School Escola Amor|Do R7

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A violência em suas diversas formas deixa cicatrizes profundas tanto no corpo quanto na alma. Histórias como a de Márcia Pires e Cristiane Lacourt ilustram os efeitos devastadores que abusos sexuais e agressões físicas podem ter ao longo da vida. Márcia cresceu sem acreditar em relacionamentos ou valores familiares após sofrer abuso na adolescência. Já Cristiane viveu anos sob medo constante devido às agressões físicas que enfrentou.


Outro exemplo é Adeline de Araújo, que começou a se prostituir após uma traição amorosa e acabou encontrando um parceiro que a via como um objeto a ser possuído.


A influenciadora Thais Vasconcellos, esposa do cantor Ferrugem, compartilhou recentemente os abusos físicos e psicológicos sofridos durante sua primeira gravidez. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que mais de 21 milhões de mulheres foram vítimas de algum tipo de agressão nos últimos 12 meses.


Esses traumas frequentemente podem gerar problemas que atravessam gerações. No entanto, algumas pessoas conseguem encontrar caminhos para reverter essa trajetória dolorosa através do autoconhecimento e apoio mútuo em relações saudáveis, demonstrando resiliência transformadora diante de desafios impostos pela violência passada.




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