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Iludida: história de Nil chama atenção para os sinais de violência contra a mulher

O site oficial conversou com a advogada Stefanny Feres e reuniu informações sobre como agir, denunciar e ajudar as vítimas

Entrevistas|Bianca Godoi, do site oficial

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Como médica e amiga, Asya tenta ajudar Nil na novela Iludida Reprodução/RECORD

A novela Iludida apresenta a história de Nil (Nazlı Bulum), uma jovem que sofre violência física e psicológica por parte do namorado Selçuk (Taro Emir Tekin). Apesar das agressões, a personagem não consegue colocar um ponto final na relação e Asya (Cansu Dere) tem tentado ajudá-la. A trama da jovem acende um alerta: o que deve ser feito em um caso como esse?

O site oficial conversou com a advogada Stefanny Feres e reuniu informações do governo para esclarecer essa dúvida.


Ligue 180

Conforme o portal oficial do governo, uma das formas de buscar ajuda é por meio da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, um serviço gratuito oferecido à população, por meio do Ministério das Mulheres, para fornecer informações sobre os direitos e garantias das mulheres em situação de violência.

Segundo a advogada, não é necessário ser a vítima para buscar orientação ou realizar a denúncia: “Familiares, amigos, vizinhos e testemunhas também podem acionar o serviço”.


A vítima também pode procurar uma Delegacia da Mulher mais próxima: “Existe a possibilidade de solicitar medidas protetivas de urgência que estão previstas na Lei Maria da Penha, como proibição de contato e aproximação e, conforme o caso, o afastamento do agressor”, explica Stefanny.

Em casos de emergência, a Polícia Militar deve ser acionada por meio do 190.


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Como buscar ajuda

Ainda de acordo com o governo, a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. O serviço oferece orientação, recebe e encaminha aos órgãos competentes denúncias de violência contra a mulher.

  • Ligue 180: atendimento gratuito, 24 horas por dia;
  • WhatsApp: (61) 9610-0180;
  • Emergência: em caso de risco imediato, acione a Polícia Militar pelo 190;
  • Delegacia da Mulher: a vítima também pode procurar a unidade mais próxima para receber orientação e solicitar medidas protetivas de urgência, quando cabíveis.

Apoio e segurança

Stefanny ressalta a importância do acolhimento à vítima: “Não a culpe, não diga que ela deveria simplesmente terminar. E não minimize aquilo que está acontecendo”.


A advogada também traz um alerta de segurança: “Não confronte um agressor colocando você ou a vítima em risco. Ser rede de apoio não significa resolver tudo sozinho. Significa acreditar, acolher, orientar e ajudar essa mulher a encontrar um caminho seguro. Porque a violência doméstica não é problema só de casal. É uma questão de segurança, de direitos e de proteção”.

Por fim, a profissional incentiva a denúncia: “Se você conhece alguém nessa situação, não se cale. A sua informação e a sua iniciativa também podem salvar vidas”.

Em caso de violência ou ameaça, procure ajuda. O Ligue 180 oferece orientação e recebe denúncias, enquanto situações de emergência devem ser comunicadas à Polícia Militar pelo 190. Familiares, amigos, vizinhos e testemunhas também podem buscar orientação e denunciar.

Acompanhe a história de Nil em Iludida, de segunda a sexta, às 21h15, na RECORD. Acesse o RecordPlus para rever os capítulos.

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