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Afastados, ginastas da seleção terão de explicar ao STJD piadas racistas

Arthur Nory Mariano, Fellipe Arakawa e Henrique Flores foram punidos previamente

Pan Toronto 2015|Do R7

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Atletas pediram desculpas ao colega ofendido
Atletas pediram desculpas ao colega ofendido

Afastados preventivamente por 30 dias pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), Arthur Nory Mariano, Fellipe Arakawa e Henrique Flores terão de explicar ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) o polêmico vídeo publicado na internet no qual aparecem fazendo comparações racistas com o colega Angelo Assumpção. Os três serão ouvidos na próxima terça-feira (26), assim como Assumpção, e a partir dos depoimentos o órgão decidirá se irá ou não indiciá-los.

No vídeo divulgado por Arthur Nory em um aplicativo do Snapchat, os atletas aparecem fazendo piadas de cunho racial com Angelo Assumpção, único negro presente na seleção brasileira de ginástica. Após a repercussão, Nory e seus companheiros publicaram um novo filme nas redes sociais, inclusive com Assumpção ao lado, pedido desculpas ao companheiro de equipe pelo constrangimento causado e afirmando que tudo não passava de uma “brincadeira”.


Ainda assim, a Confederação Brasileira de Ginástica decidiu punir os atletas pelo período de 30 dias ou até uma decisão final da entidade. Além disso, os três atletas não receberão mais incentivos financeiros ou qualquer tipo de bolsa. Com o afastamento, os ginastas estão fora do Sul-Americano de Cali, na Colômbia, que será realizado entre os dias 16 e 22 de junho.

Questionado sobre a polêmica, o presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, defendeu a punição dos envolvidos.


— O racismo fere todos os valores olímpicos. Não pode ficar impune. Os princípios do olimpismo defendem a igualdade, de raça, cor, religião. Isso não pode ser levado como brincadeira.

Caso Arthur Nory Mariano, Fellipe Arakawa e Henrique Flores sejam denunciados pelo STJD, uma das hipóteses é de que eles sejam enquadrados no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atos discriminatórios. A pena prevista é de multa e suspensão. 

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