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Após “travar as costas”, craque da seleção de vôlei foca preparação para brilhar no Mundial

Sheilla foi a atacante brasileira com menos pontos entre as titulares no começo do GP

Pan Toronto 2015|Carolina Canossa, do R7

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Devido a problema físico, Sheilla tem enfrentado dificuldades para atacar
Devido a problema físico, Sheilla tem enfrentado dificuldades para atacar

Maior responsável por marcar pontos na seleção brasileira feminina de vôlei, Sheilla não está bem. Nos primeiros três jogos da equipe no Grand Prix, a oposto marcou apenas 17 pontos, menos que todas as demais atacantes titulares do time. Às vésperas do Mundial, quando o Brasil buscará o inédito título, a situação da atleta já começa a preocupar a torcida...

Aos 31 anos, estaria Sheilla entrando em decadência? Ou será que seu jogo foi tão estudado pelos principais rivais que ela não consegue se livrar mais da implacável marcação? Nada disso. Segundo a própria jogadora, o problema tem origem em questões físicas:


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— Travei as costas nos amistosos contra os Estados Unidos e estou voltando


Visivelmente incomodada ao falar sobre a má fase, Sheilla prefere ressaltar o fato de que a equipe conseguiu vencer com tranquilidade mesmo com ela apresentando um desempenho abaixo da média - na primeira semana de disputas da divisão principal do GP, o Brasil foi o único país a ter somado nove pontos (vitórias por 3 a 1 sobre a China e 3 a 0 contra Itália e República Dominicana):

— O time está bem, começar a primeira fase com três vitórias foi muito importante, pois os jogos aqui no Brasil são bem mais equilibrados


Nesta sexta (8), sábado (9) e domingo (10), a seleção brasileira encara respectivamente Coréia do Sul, Rússia e Estados Unidos no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Ciente de que uma de suas melhores jogadoras ainda não estará como o desejado, o técnico José Roberto Guimarães pede paciência a torcedores e jornalistas:

— A Sheilla é uma das jogadoras mais inteligentes que eu já conheci e está correndo atrás o tempo inteiro. Está se dedicando muito aos treinamentos e, principalmente, à parte física, que é grande sacada para voltar a pontuar bastante. A gente tem que dar um tempinho para ela se ajustar


Apesar da tentativa em chegar ao décimo título no Grand Prix, o trabalho da seleção brasileira em 2014 está voltado para o Mundial da Itália, que será disputado de 23 de setembro a 12 de outubro. De olho na consagração na hora certa, Sheilla diz que usa o atual torneio como uma espécie de “trampolim” para a disputa italiana:

— Grand Prix é preparação, então a gente tem que começar a crescer agora para crescer no Mundial

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