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Favorito, Brasil inicia busca pelo inédito Mundial de vôlei feminino

Seleção de José Roberto Guimarães dominou o cenário internacional nos últimos anos

Pan Toronto 2015|Do R7

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Seleção prevê dificuldades com o excesso de jogos no Mundial
Seleção prevê dificuldades com o excesso de jogos no Mundial

Mal há tempo para lamentar a perda da final do Campeonato Mundial de vôlei masculino. Apenas dois dias depois de o Brasil ter sido derrotado na decisão para a Polônia, a seleção feminina do país entra em quadra para tentar a conquista. A estreia acontece às 15 horas (horário de Brasília) desta terça (23), contra a Bulgária, em Trieste (Itália).

Ao contrário do time de Bernardinho, que buscava o tetracampeonato, as brasileiras estão em busca de uma taça inédita. Por três vezes (1994, 2006 e 2010), a equipe ficou com a medalha de prata e agora está disposta a acabar com esse tabu de vez.


Motivos para acreditar nisso não faltam: líder do ranking mundial, o Brasil venceu as duas últimas edições do Grand Prix e a Copa dos Campeões 2013, além de ser a atual bicampeã olímpica. Já as principais rivais, Rússia, Estados Unidos, China, Japão e Itália, alternaram altos e baixos nos últimos anos.

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A principal estrela do elenco verde-amarelo é a oposto Sheilla, que se diz preparada para conquistar a taça em seu quarto Mundial:

— Estamos com um grupo muito unido e focado nesse campeonato. Acreditamos na nossa equipe. Sabemos da dificuldade que teremos pela frente. Esse é o Mundial mais difícil que vamos participar pela fórmula de disputa, na qual teremos muitos jogos em sequência em um curto período de tempo


De fato, o regulamento prevê uma verdadeira maratona para quem chegar à final: 14 jogos. Na primeira fase, o Brasil encara, na sequência, Bulgária, Camarões, Canadá, Turquia e Sérvia. Caso fique entre os quatro primeiros colocados da chave, é hora de enfrentar os classificados do grupo C, composto por EUA, Rússia, Tailândia, Holanda, Cazaquistão e México. Os resultados acumulados levam três desses times para a terceira fase, onde sobrarão seis seleções. Destas, quatro vão às semifinais, disputada em partida única, assim como a decisão, programada para 12 de outubro.

O técnico José Roberto Guimarães fez uma análise dos desafios iniciais:


— Primeiro vamos enfrentar a Bulgária que é um time perigoso e nos venceu no ano passado. É uma equipe experiente e respeitada. Depois, jogaremos com Camarões e Canadá que são times que não conhecemos muito, mas vamos estudá-los. Ainda na sequência, a Turquia que nos deu muito trabalho no Grand Prix e por último, a partida contra a Sérvia que cresce com a volta da oposto Brakocevic

O time brasileiro que disputará o Mundial é formado pelas levantadoras Dani Lins e Fabíola, as opostos Sheilla e Tandara, as centrais Thaísa, Fabiana, Carol e Adenízia, as ponteiras Jaqueline, Natália, Fernanda Garay e Gabi e as líberos Léia e Camila Brait.

Destas, quatro são novatas na competição: a oposto Tandara, a líbero Léia, a central Carol e a ponteira Gabi.

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