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Melhor do mundo no handebol, Duda Amorim quer servir de exemplo

Jogadora diz que seleção brasileira parou de ser subestimada pelas estrangeiras

Pan Toronto 2015|Do R7

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Duda ajudou o Brasil a conquistar o Mundial no fim de 2013
Duda ajudou o Brasil a conquistar o Mundial no fim de 2013

Eleita a melhor jogadora de handebol do mundo na temporada 2014, a brasileira Duda Amorim espera que o reconhecimento ajude a impulsionar o interesse dos jovens pela modalidade. A atleta é a segunda representante do país a ganhar a máxima honraria individual da modalidade - em 2012, Alexandra Nascimento foi a premiada.

"Esse é mais um passo. A Alexandra já conquistou o título primeiro. É uma excelente jogadora. Acho que com isso, nós acabamos servindo um pouco de exemplo. Abre caminho pro esporte ser ainda mais popular no País. Traz muita coisa positiva. O handebol brasileiro está se fortificando cada vez mais lá fora. Isso ajuda, traz mais respeito. Antes, muitas equipes nos subestimavam. Agora não. Isso é muito bom porque temos muito mais jogos de nível e as atletas brasileiras também ganham com isso", comentou a atleta.


Ao receber a notícia na última quarta, Duda icou muito emocionada e quis imediatamente contar a novidade ao marido Dean Taleski, que está com ela em São Paulo para o tratamento de uma lesão no joelho. "É muito gostoso receber esse prêmio. Me sinto extremamente realizada. Desde que comecei minha carreira, sempre quis ser a melhor armadora esquerda e trabalhei muito para isso, mas a melhor do Mundo é algo que nunca sonhei", confessou, sem conseguir conter o sorriso.

A eleição teve duas fases. Na primeira, um júri composto por experts e técnicos das cinco Seleções melhores colocadas no Mundial de 2013 indicou cinco atletas que concorreram em votação aberta para o público e a imprensa no site da entidade. A atleta da Seleção Brasileira e do Gyor Audi ETO, da Hungria, ficou com 35,2% dos votos. As adversárias eram todas europeias. Na segunda colocação ficou a romena Cristina Neagu, com 25,8%, e a terceira a norueguesa Heide Loke, com 16,8%. Além delas, também concorreram a sueca Isabelle Gulldén e a espanhola Marta Mangue. 

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