Logo R7.com
RecordPlus
Record - Acesse o Portal de Notícias da Rede de Televisão

Seleção brasileira de basquete perde uma de suas principais jogadoras: Adrianinha

Armadora decidiu se dedicar mais à família

Pan Toronto 2015|Do R7

  • Google News
Adrianinha esteve presente na campanha que culminou com o bronze em Sidney 2000
Adrianinha esteve presente na campanha que culminou com o bronze em Sidney 2000

Uma das referências da seleção brasileira feminina de basquete, a armadora Adrianinha anunciou que não vai mais defender a equipe nacional. A decisão foi tomada após a eliminação da equipe nas oitavas-de-final do Campeonato Mundial da Turquia.

Ao todo, foram 20 anos jogando pelo Brasil nas principais competições internacionais:


Musa do Mundial de Basquete perde aposta para amigo e posa sensual

— Dessa vez o anúncio é para valer. Em 2012, após os Jogos Olímpicos de Londres, havia anunciado que era hora de parar, mas o técnico Luiz Augusto Zanon me chamou para participar do projeto de renovação e voltei. Estou com 35 anos, tenho uma filha de oito anos e quero ter mais um filho. O que eu podia fazer para contribuir eu fiz, agora é a vez dessa meninada que está vindo aí. Elas demonstraram dedicação e que podem crescer e evoluir muito. Para mim foi uma honra ter participado nesses dois anos do começo do processo de renovação


Dona de uma medalha de bronze olímpica (Austrália-2000), a jogadora somou ao longo de sua carreira 1.113 pontos em 127 jogos oficiais com a camisa verde-amarela:

— Nesses anos dedicados à Seleção Brasileira levo só coisas boas. Foi com a seleção que conheci minha melhor amiga, a Alessandra [Oliveira, ex-jogadora], e onde tive muitas experiências gratificantes. Conheci o mundo viajando com o basquete e tive a honra de disputar quatro Olimpíadas e quatro Mundiais. Foi por causa da seleção que realizei o sonho de jogar na WNBA. Só tenho a agradecer tudo que a seleção me deu. Nunca teria sonhado em ter todas essas oportunidades sem o basquete e a seleção brasileira


Adrianinha falou de seus objetivos para o futuro, mas uma coisa garante: não sairá do basquete. Sua meta é seguir ajudando o basquete feminino, mesmo fora das quadras.

— Também quero me dedicar aos projetos no Brasil. Quero aprender a ser técnica e ensinar basquete. Já fiz dois Cursos da Escola de Treinadores da CBB e estou fazendo um curso no COB sobre os 'Fundamentos da Administração Esportiva'. Vou me preparar para todas as oportunidades que aparecerem, seja de técnica ou trabalhando na Confederação ou no COB. O basquete feminino precisa de mais gente lutando pela atletas. E é para isso que vou me dedicar agora

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.