Esquema de propina no IML rendeu mais de R$ 1 milhão no Rio de Janeiro
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Balanço Geral Manhã|Do R7
O Ministério Público acabou com uma quadrilha que cobrava propina para liberar corpos no Rio de Janeiro. O esquema funcionava no Instituto Médico Legal de Campo Grande, na zona oeste da cidade. Três pessoas foram presas, entre elas um vereador, apontado como chefe do grupo. Ele é acusado de cobrar R$ 150 mil por mês para beneficiar cinco funerárias da região. Também foram presos o diretor geral do Instituto Carlos Éboli e o administrador do IML em Campo Grande.














