Ao vivo: Passaia entrevista o Tenente-Coronel Geraldo Neto sobre morte da soldado Gisele no Balanço Geral
O oficial nega agressões, rebate acusações e fala sobre o relacionamento com a esposa: ‘Tenho minha consciência tranquila’
Balanço Geral|Do R7

Nesta quarta-feira (11), o apresentador Eleandro Passaia entrevista, ao vivo e com exclusividade no Balanço Geral, o tenente-coronel Geraldo Neto sobre a morte da soldado Gisele, caso que ganhou grande repercussão e levanta questionamentos dentro e fora da corporação.
Durante a conversa, o oficial rebate acusações e apresenta sua versão sobre os acontecimentos: “Nunca a agredi, Tenho minha consciência tranquila. Nunca levantei a mão para minha esposa”, declara.
Em um momento de emoção, ele falou sobre a morte da policial: “Eu ainda não acredito que ela fez isso. Eu me pergunto para Deus, todos os dias, por que a minha esposa foi fazer isso”, afirmou.
Ao comentar o atendimento prestado à soldado, o tenente-coronel relatou o que aconteceu após o socorro: “A Gisele foi socorrida e eu fui para o Hospital das Clínicas. Falaram que não tinham informações. Depois disseram que ela estava entubada”.
Ele também criticou a atuação do advogado que representa a família da soldado: “O advogado que defende a família dela, não sei por que, ele tenta construir uma narrativa para me incriminar”, declarou.
Durante a entrevista, Geraldo Neto comentou a pressão dentro da carreira policial e falou sobre sua dedicação ao trabalho: “Na polícia você se omite, se corrompe ou vai para a guerra. Eu me dedico 200 por cento ao trabalho, sempre trabalhei 15 horas por dia”, afirmou.
O oficial também respondeu às acusações feitas por pessoas envolvidas no caso e disse que algumas versões divulgadas não são verdadeiras.
“Eles falam o que querem. Falaram várias mentiras. Uma advogada disse que eu mandei os policiais desligarem as câmeras, eu jamais faria isso. Semana passada falaram que o tiro teria saído de cima para baixo, que eu fui à noite ao necrotério e mexi no corpo. Em nenhum momento mexi no corpo”, disse.
Sobre o relacionamento com Gisele, o tenente-coronel negou qualquer tipo de restrição: “Eu nunca restringi a Gisele de nada”.
Ele também comentou aspectos da vida do casal e disse que ela administrava suas redes sociais: “Ela controlava as minhas redes sociais. Foi ela quem colocou nossa foto”, relatou.
Segundo ele, Gisele também costumava cuidar bastante da aparência: “Ela fez vários procedimentos estéticos, parecia uma Barbie. Tinha 32 anos e tinha uma filha”.
O oficial também comentou sobre o processo de separação e afirmou que havia tentado formalizar o divórcio anteriormente: “A família dela fala o que quiser. Eu agendei três datas para o divórcio nos meses de setembro, outubro e novembro, e a minha esposa não quis ir”, declarou.
Segundo o tenente-coronel, em novembro, ele conversou com Gisele sobre a separação e também sobre questões financeiras: “Em novembro conversei com a Gisele. Falei que achava melhor a gente se separar. Ela falou das dívidas, que ia ficar difícil pagar. Eu disse que ia tentar arrumar uma vaga para ela trabalhar na assessoria. E, graças a Deus, a gente conseguiu essa vaga para ela, para se apresentar a partir de março no Tribunal de Justiça”, relatou.
O oficial disse que ainda busca entender o que aconteceu. “Uma pessoa com saúde, aparência boa, jovem, 32 anos, uma filhinha de 7 anos... eu não consigo entender o motivo que ela tirou a própria vida. Orando, falando com Deus, não entendo por que ela foi fazer isso”.
A entrevista exclusiva traz novos detalhes sobre o caso e a versão do tenente-coronel sobre os acontecimentos envolvendo a morte da soldado Gisele.
O Balanço Geral vai ao ar de segunda a sexta, às 11h; e, aos sábados, a partir das 13h, na RECORD.














