Mulher usa acetona para incendiar marido: "Muita selvageria", afirma delegado do caso
Homem teve queimaduras de segundo e terceiro grau que atingiram mais de 90% do corpo
Balanço Geral|Do R7

O Balanço Geral trouxe mais detalhes sobre a morte de André Luis de Amorim, incendiado pela própria esposa.
A mulher, que parecia discutir com o marido, jogou um frasco de acetona no corpo da vítima, e quando a briga começou a esquentar, a agressora acendeu um fósforo e ateou fogo no rapaz.
Nas imagens da câmera de segurança, André corre desesperadamente para tentar se salvar de ferimentos fatais, e sua esposa não esboça nenhuma reação.
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"Crueldade, muita selvageria. Algo que se fazia na Idade Média", disse o delegado do caso, Flávio Rodrigues, que ainda lamenta esse tipo de crime acontecer atualmente.
Após ser conduzida até a delegacia, ela prestou um depoimento à polícia, e alegou ser vítima de violência doméstica há mais de 20 anos.
"A mulher que se torna vítima, não tem o hábito de comunicar. Infelizmente é muito comum. Nós fizemos uma pesquisa e não há nenhum registro dela como vítima, e o marido supostamente como autor [de violência doméstica]", relatou o delegado.
A polícia investiga o crime, que ocasionou as queimaduras de segundo e terceiro grau, em mais de 90% do corpo de André. Os agentes buscam entender o motivo que levou a mulher a não prestar socorro ao marido.
Como o marido não sobreviveu, a acusada responde por homicídio qualificado.
O Balanço Geral vai ao ar de segunda a sexta, às 11h50; e aos sábados, às 13h, na RECORD.
O Balanço Geral apurou mais detalhes sobre o caso de Thiago Rios, de 29 anos, que morreu após cair da ambulância que o levava para um hospital a 50 quilômetros de distância de onde morava, em Itaquaquecetuba (SP). A família havia pedido a internação co...
O Balanço Geral apurou mais detalhes sobre o caso de Thiago Rios, de 29 anos, que morreu após cair da ambulância que o levava para um hospital a 50 quilômetros de distância de onde morava, em Itaquaquecetuba (SP). A família havia pedido a internação compulsória do homem por conta do vício com entorpecentes, e a clínica que era responsável pelo rapaz parecia ser a salvação para a família; entenda








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