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Brasileira procurada pela Interpol é presa em São Paulo, mas solta horas depois

Thaynara Caroline era foragida da polícia argentina por suspeita de integrar uma quadrilha de esquema de fraudes com cartões de crédito

Balanço Geral|Do R7

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A brasileira Thaynara Caroline, de 28 anos, procurada pela Interpol por crimes praticados na Argentina, foi presa em São Paulo, mas solta horas depois. Ela era foragida da polícia argentina por suspeita de integrar uma quadrilha de esquema de fraudes com cartões de crédito e entrou na lista de difusão vermelha da Interpol, a mais alta prioridade internacional.


Thaynara foi localizada durante uma operação na rodovia Anchieta, em Santo André, no ABC Paulista. Os PMs desconfiaram de quatro pessoas, e uma delas estava com várias malas. Nada de ilícito foi encontrado, mas o sistema de inteligência apontou que havia um alvo internacional entre eles.


Thaynara chegou a ficar presa na sede da Superintendência da Polícia Federal na Lapa, zona oeste de São Paulo, mas foi liberada horas depois. Para que ela fosse presa em flagrante, seria necessária uma homologação do mandado pelo Supremo Tribunal Federal, o que não foi feito.


Pela Constituição do Brasil, nenhum brasileiro nato pode ser extraditado. Para responder pelo crime, ela deverá ser julgada pela Justiça brasileira, mas isso só pode acontecer depois que o governo argentino enviar um pedido oficial.


Um caso parecido é o do argentino Diego Hernande, preso na em seu país natal. Agora, ele é disputado por Brasil e Argentina em uma batalha judicial. Ele aguarda a extradição para o Brasil, onde é acusado de abastecer as maiores facções criminosas do país com armas. Diego era o chefe de um esquema que forneceu mais de 43 mil armas para o PCC e o CV.


Além de Thaynara, outras cinco brasileiras também aparecem na lista vermelha da Interpol. Heloísa Gonçalves, de 75 anos, foi condenada pelo assassinato do marido há 33 anos. Ela também é suspeita de ter se envolvido na morte de outros quatro companheiros.


Maria Jussara, de 52 anos, é investigada por auxiliar uma emboscada que terminou na morte de dois chefes do PCC há sete anos. Marcia Costa, 39 anos, é procurada por furto. Rosirene Vieira, 49 anos, é apontada por envolvimento no tráfico internacional de drogas. Silvana Seidler, de 58 anos, é acusada de matar a própria filha de sete anos e esconder o corpo.

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