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Caso Gisele: especialista em psicologia criminal analisa comportamento do coronel Neto

Segundo Anderson Tamborim, mestre em psicologia criminal, não havia sinais claros de desespero ou angústia genuína no momento crítico

Balanço Geral|Do R7

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O comportamento do tenente-coronel Geraldo Neto durante o socorro à sua esposa, a soldado Gisele, chamou atenção e foi alvo de uma análise detalhada. A polícia divulgou imagens das câmeras corporais dos policiais que atenderam ao chamado. As gravações mostram o coronel inicialmente chorando no local onde Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça. No entanto, seu comportamento mudou drasticamente quando um amigo desembargador chegou.

Um especialista em linguagem corporal foi consultado para interpretar as ações do coronel. Segundo Anderson Tamborim, mestre em psicologia criminal, não havia sinais claros de desespero ou angústia genuína no momento crítico. O especialista destacou que a expressão facial e os gestos revelaram mais sobre suas emoções reais do que suas palavras. "Não existe essa tensão ou desespero que a narrativa tenta trazer," comentou Tamborim.

Após a chegada do desembargador ao local dos fatos, o coronel passou a se comportar de maneira autoritária e insistiu em tomar banho contra as orientações policiais padrão para cenas de crime suspeito. Em entrevistas subsequentes à mídia, ele demonstrou comportamentos considerados inadequados para alguém alegadamente abalado pela perda trágica da esposa.

A postura fria e controladora observada nas filmagens levantou questões sobre sua inocência na investigação conduzida pela Polícia Militar paulista e pelo Ministério Público do estado. Denúncias adicionais surgiram apontando possíveis abusos cometidos por ele dentro da corporação militar.

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