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Caso Juliana: proprietários de academia são indiciados por homicídio e destruição de provas

Polícia solicitou a prisão temporária dos sócios pela obstrução às investigações

Balanço Geral|Do R7

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A polícia de São Paulo indiciou por homicídio os proprietários da academia em que Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu após uma aula de natação, na zona leste de São Paulo. Durante a apuração, foi descoberto que os donos tentaram apagar imagens do circuito de segurança, o que é considerado um crime grave.

O manobrista foi visto entrando na academia à noite e é suspeito de tentar manipular as gravações a pedido dos proprietários. O celular dele foi apreendido e as mensagens com os donos estavam apagadas; o aparelho passará por perícia.

Além disso, a mistura inadequada de produtos químicos na piscina vinha sendo feita por um dos funcionários, Severino, sem adequada instrução, causando problemas aos usuários. A academia operava havia 16 anos sem alvará. A polícia solicitou a prisão temporária dos sócios pela obstrução às investigações. O caso segue sob análise das autoridades enquanto se aguardam novas decisões judiciais.

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