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Pedido de socorro: brasileiras presas na Venezuela fazem apelo desesperado em videochamada

Detidas há quase três anos, Maxilene da Silva e Rejane Paulino clamam por auxílio do governo brasileiro

Balanço Geral|Do R7

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Duas brasileiras estão detidas em um presídio na Venezuela há quase três anos e fizeram um pedido de socorro através de uma videochamada. Maxilene da Silva, Rejane Paulino e outras pessoas foram contratadas para trabalhar em um garimpo no estado de Bolívar. No entanto, acabaram sendo presas durante uma operação policial realizada em outubro de 2023. As autoridades venezuelanas alegam que o local era clandestino e acusaram os brasileiros de crimes relacionados à extração ilegal de ouro.


A defesa dos trabalhadores afirma que eles prestavam serviços a uma empresa com autorização da corporação venezuelana de mineração para operar na região. Até o momento, os detidos aguardam julgamento sem previsão definida.


Rejane relatou as dificuldades enfrentadas dentro do presídio e destacou a barreira linguística como mais um desafio significativo. Ela também mencionou problemas graves de saúde entre os presos brasileiros e lamentou a morte recente de um colega durante o encarceramento.


As famílias das detidas têm buscado apoio junto à Embaixada Brasileira para resolver a situação. Contudo, segundo Maxilene, as respostas são vagas e não resultaram em ações concretas até agora. Além de Maxilene e Rejane, que se encontram no mesmo presídio feminino, outros homens brasileiros estão presos sob acusações semelhantes em outra unidade prisional.

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