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PM suspeito de assassinar cabeleireiro continua trabalhando um ano após o crime

A Polícia Civil de Franca (SP) pediu a prisão preventiva do cabo Tiago Morais Lopes

Balanço Geral|Do R7

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A família do cabeleireiro Matheus Gustavo Silva, perseguido e baleado por um policial militar de folga em 2020, pede justiça. A Polícia Civil de Franca, no interior de São Paulo, já concluiu o inquérito e indiciou o cabo Tiago Morais Lopes, de 37 anos, por homicídio qualificado. Chegou, inclusive, a pedir a prisão preventiva do PM, que foi negada. Um ano após o crime, o cabo segue em liberdade e trabalhando normalmente na corporação.

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