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Cidade Alerta
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"Ele ainda estava com vida quando o jogaram no rio", revela irmã de jovem assassinado por colegas de classe

Pedro foi brutalmente agredido com um pedaço de madeira por quatro jovens em Piracicaba (SP); entenda o caso

Cidade Alerta|Do R7

Pedro é assassinado pelos próprios amigos em Piracicaba (SP)
Pedro é assassinado pelos próprios amigos em Piracicaba (SP) Pedro é assassinado pelos próprios amigos em Piracicaba (SP) (Reprodução/RECORD)

O Cidade Alerta trouxe detalhes sobre a morte do adolescente Pedro, de 16 anos, na cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo. Segundo testemunhas, os responsáveis pelo crime seriam alunos da sala do rapaz.

De acordo com pessoas próximas a Pedro, o jovem sofria preconceito por vender paçoca nas ruas do bairro onde morava. 

Pedro estava desaparecido há oito dias e seu corpo foi encontrado em estado avançado de decomposição, às margens de um rio localizado na própria cidade onde morava.

Segundo a família, ele teria se desentendido com uma colega, que contou sobre a discussão para o namorado. O rapaz, revoltado, chamou três amigos para tirar satisfação com a vítima, que foi brutalmente agredida com um pedaço de madeira. O garoto teve o corpo jogado de cima de uma ponte.

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"Pegaram o Pedro e bateram bastante nele. Ele ainda estava com vida quando o jogaram no rio", relatou a irmã da vítima, Bruna Simone, sobre os atos de crueldade sofridos pelo menino.

Durante a investigação, a polícia teve acesso a um áudio no qual a menina afirma a história da discussão com o Pedro e relata que o jovem foi assassinado pelo namorado e os amigos. Além disso, ela disse que sabia que o menino estava morto, mas não contou para ninguém sobre o fato. A família aponta ela como a pivô da tragédia.

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Um dos responsáveis pela morte do garoto chegou a oferecer ajuda para a mãe de Pedro. "Ele falou assim: 'Eu vou encontrar o seu filho para você', mas ele sabia [que o adolescente estava morto]", contou Katia Simone, mãe de Pedro. 

Assista ao vídeo: 

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Pouco tempo depois de encontrarem o rapaz morto, os quatro colegas se entregaram à polícia e foram apreendidos. Eles estariam sofrendo ameaças do "tribunal do crime".

O corpo do adolescente ainda vai passar por exames de DNA, e terá o corpo liberado somente depois do exame. No entanto, o processo pode demorar meses. Por isso, a família luta por justiça e pelo direito de enterrar Pedro.

O Cidade Alerta vai ao ar de segunda a sexta, às 16h50, e aos sábados, 17h, na tela da RECORD.

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