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Cidade Alerta
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"Ele puxou pelo cabelo e atirou na cabeça dela", conta irmã de jovem assassinada em baile funk

Ao som de tiros, festa de rua na zona sul de São Paulo vira tragédia após briga de ex-casal; entenda

Cidade Alerta|Do R7


Juliana foi assassinada a sangue-frio e queima-roupa
Juliana foi assassinada a sangue-frio e queima-roupa

O Cidade Alerta mostrou, com exclusividade, o velório de Juliana Santana, morta pelo ex-companheiro durante um baile funk no Jardim Pantanal, zona sul de São Paulo. A jovem tinha apenas 18 anos, e estava no local trabalhando com sua mãe.

Juliana vivia um relacionamento abusivo com Cleiton e tinha, finalmente, conseguido terminar, mas ele não aceitou. O homem discutiu com a vítima durante o evento e acabou transformando a festa em tragédia. 

Segundo Jéssica, irmã da vítima, Juliana morava com o ex-namorado e, recentemente, havia se mudado de volta para a casa da mãe, alegando que iria trabalhar no comércio com ela para ajudá-la. E era isso que estava fazendo quando morreu. 

Tudo começou com uma discussão, que a mãe da jovem assistiu desde o início. Ela tentou alertá-la sobre o perigo e pediu para não entrar em conflito com Cleiton.

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Juliana, ao perceber que as coisas estavam ficando mais intensas, tentou voltar para dentro do comércio da mãe, mas não conseguiu. "Ele puxou minha irmã pelo cabelo e atirou na cabeça dela", contou Jéssica, emocionada. O suspeito fugiu após os disparos.

A irmã também alega que sempre fez de tudo para conseguir tirar Juliana desse relacionamento abusivo e agressivo, mas lamenta: "Não deu tempo". Além disso, durante o período que se relacionou com Cleiton, ela mal conseguia manter contato com a própria família. 

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Na despedida da jovem, muita revolta e indignação de parentes e amigos. "As pessoas podem dizer que ela estava no baile, no fluxo, mas não. Ela estava trabalhando com a mãe dela", afirma parente da vítima enquanto consola a sua mãe.

O crime aconteceu em uma área com um grande fluxo de pessoas, devido à festa. Por isso, Cleiton conseguiu facilmente se misturar na multidão. Quando a Polícia Militar chegou ao local, o suspeito já havia desaparecido. 

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Os familiares da vítima alegam que Juliana já havia sido agredida pelo mesmo homem em outras oportunidades. "Ela já quase morreu sendo agredida", contou Jéssica. O que revolta ainda mais seus parentes.

O suspeito continua foragido, e a polícia segue nas investigações e buscas necessárias.

Confira na íntegra: 

Acompanhe casos intrigantes como esse no Cidade Alerta. O programa vai ao ar de segunda a sexta, a partir das 16h45. E aos sábados, a partir das 17h, na tela da Record.

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