Homem ateia fogo em cabo da Marinha por suposta vingança
A vítima teve 90% do corpo queimado após o ataque; o suspeito continua foragido
Cidade Alerta|Do R7

O Cidade Alerta acompanha o caso do Paulo Roberto Ferreira Alves, militar que teve 90% do corpo queimado a poucos metros de sua casa em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
Câmeras de segurança registraram o momento em que Paulo caminhava tranquilamente pela rua. De repente, ele foi surpreendido por um homem.
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Pelas costas, o suspeito jogou combustível na vítima. O agressor ainda demorou alguns segundos para acionar o isqueiro, mas conseguiu atear fogo e a vítima correu com o corpo em chamas.
Paulo caiu na calçada e foi socorrido por vizinhos e pela esposa, usaram uma toalha para apagar as chamas. A equipe do SAMU foi acionada e o resgate do militar foi feito por um helicóptero, devido à gravidade dos ferimentos.
Logo após cometer o crime, o suspeito fugiu. Em seguida, os policiais militares chegaram para fazer buscas, mas não conseguiram localizar o ex-vizinho. Desde então, o rapaz está sendo procurado pela polícia.
Agentes da delegacia de Belford Roxo (RJ) assumiram a investigação e não descartaram a possibilidade de uma segunda pessoa ter ajudado o criminoso na fuga. Segundo os investigadores, há pelo menos um ano, Paulo teve uma discussão com um vizinho. O homem mudou de endereço, mas teria prometido se vingar.
Recentemente, Paulo havia instalado uma câmera de vigilância na porta de sua residência, o que demonstrou uma preocupação do militar com a segurança. Os vizinhos estão abalados e a família da vítima não quis dar entrevista.
Confira na íntegra:
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O Balanço Geral apurou mais detalhes sobre o caso de Thiago Rios, de 29 anos, que morreu após cair da ambulância que o levava para um hospital a 50 quilômetros de distância de onde morava, em Itaquaquecetuba (SP). A família havia pedido a internação co...
O Balanço Geral apurou mais detalhes sobre o caso de Thiago Rios, de 29 anos, que morreu após cair da ambulância que o levava para um hospital a 50 quilômetros de distância de onde morava, em Itaquaquecetuba (SP). A família havia pedido a internação compulsória do homem por conta do vício com entorpecentes, e a clínica que era responsável pelo rapaz parecia ser a salvação para a família; entenda








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