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Juliana Knust avalia trajetória como policial que combate violência doméstica em Estranho Amor: ‘É preciso acolher e buscar ajuda’

Atriz interpreta delegada Vânia, que luta pela vida de mulheres na minissérie

Estranho Amor|Gabriel Alberto, do R7

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Juliana Knust destaca preparação física e psicológica para viver Vânia em Estranho Amor Reprodução/RECORD

Estranho Amor chegou ao fim nesta sexta (9) na tela da RECORD ao mostrar a trajetória da delegada Vânia (Juliana Knust) a frente da Delegacia de Atendimento a Mulher. Em meio aos casos de violência doméstica, assunto necessário para o debate da sociedade, a policial também lida com o próprio passado.

Em entrevista ao R7, Juliana Knust avalia o trabalho na minissérie e destaca a preparação física e emocional para dar vida à policial, que foi vítima de violência no interior do Rio de Janeiro pelas mãos do próprio marido.


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“A preparação foi profunda e delicada. Psicologicamente foi necessário muito estudo e cuidado porque estamos falando de histórias baseadas em fatos reais que representam a dor de muitas mulheres. Busquei compreender não apenas os casos, mas o impacto emocional, respeitando a gravidade do tema”, conta a atriz.

“E fisicamente, houve uma preparação específica para as cenas de ação, sempre pensando na veracidade e na segurança para que as cenas fossem fortes, mas responsáveis”, completa Juliana.


Além de lidar com criminosos no dia a dia, Vânia precisou enfrentar a opinião pública, quando seu trabalho é posto em xeque por influenciadores na internet. Nos cinco episódios, Juliana contracenou com o elenco fixo do núcleo da delegacia com nomes como Nikolas Antunes (Rodrigo) e Daniel Dalcin), e a cada episódio, participações especiais fizeram parte da minissérie, com atores como Juliana Silveira (Laura) e Emílio Orciollo Netto (Sérgio).

“O elenco fixo trouxe base e continuidade emocional para a personagem, enquanto os atores convidados representam novas histórias e diferentes contextos de violência. Isso reforçava a responsabilidade de cada cena, porque a cada episódio carregava uma realidade distinta, exigindo escuta, empatia e presença total em cena”, acredita.


Personagem de Juliana Knust enfrenta dilemas do passado na minissérie Reprodução/RECORD

Para Juliana, liderar um projeto como Estranho Amor foi importantíssimo bem como a parceria com o diretor Ajax Camacho: “Foi essencial para manter o equilíbrio do tom da série. Ele sempre teve sensibilidade, nos conduzindo para um caminho de verdade, sem sensacionalismo. Esse cuidado ajudou muito na construção da Vânia como uma personagem firme, empática e humana, que representa o enfrentamento total à violência”.

E agora, com o final da exibição na RECORD, a atriz apresenta o que espera que fique com as pessoas após assistirem à minissérie: “A trajetória da Vânia deixa um recado muito claro: a violência doméstica não pode ser normalizada, nem silenciada. É preciso olhar, acolher, denunciar e buscar ajuda. A minissérie mostra que as vítimas não estão sozinhas e que falar sobre o assunto é um passo fundamental para quebrar esse ciclo. Se Estranho Amor conseguir conscientizar, encorajar ou ajudar alguém a pedir ajuda, já cumpre um papel enorme".

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