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Caso Gustavo: morte de menino de 3 anos levanta debate sobre guarda compartilhada

Tragédia com criança em Palmas (TO) destaca falhas nas medidas de segurança infantil

Fala Brasil|Do R7

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A morte do menino Gustavo, de 3 anos, em Palmas (TO), gerou indignação e trouxe à tona questões sobre a segurança na guarda compartilhada. O pai da criança é acusado de tortura e homicídio qualificado. O caso reacendeu discussões sobre as medidas legais para proteger crianças em situações semelhantes.


Gustavo foi encontrado morto após passar um fim de semana sob os cuidados do pai, Igor Veloso. Inicialmente alegando afogamento acidental seguido por morte durante o sono, Igor viu sua versão ser desmentida por laudos periciais que confirmaram espancamento brutal como causa da morte. A mãe do menino já havia registrado ameaças feitas pelo ex-companheiro e possuía uma medida protetiva contra ele desde 2023.


Apesar das evidências anteriores de comportamento violento por parte do pai, a guarda compartilhada ainda estava vigente. Sabrina Feitosa tentou impedir visitas ao ex-marido devido aos riscos percebidos para seu filho. Em várias ocasiões ela precisou mentir sobre seu paradeiro para evitar que Gustavo fosse levado pelo pai.


Especialistas afirmam que qualquer sinal anormal no comportamento da criança deve ser comunicado às autoridades imediatamente através de boletim de ocorrência e apresentação ao juiz competente. Medidas como fixação unilateral da guarda ou visitação assistida podem ser determinadas dependendo dos riscos identificados.


Atualmente presos preventivamente enquanto investigações prosseguem sob sigilo judicial tanto Igor quanto Kathellen Moreira, a madrasta envolvida, serão novamente interrogados pela polícia acerca das circunstâncias trágicas envolvendo Gustavo.

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