Logo R7.com
RecordPlus
Fala Brasil

Caso soldado Gisele: laudo revela como foi disparo fatal

O laudo inicial indica que o disparo foi feito à queima-roupa no lado direito do crânio

Fala Brasil|Do R7

  • Google News

A investigação sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento no dia 18 de fevereiro, continua em andamento. O laudo inicial indica que o disparo foi feito à queima-roupa no lado direito do crânio. No entanto, a família contesta a hipótese de suicídio devido às manchas de sangue encontradas em diferentes partes do imóvel.


Fotos tiradas por policiais militares antes da chegada dos peritos mostram manchas significativas na sala e corredor. Ao lado das marcas mais evidentes havia um rodo e pano com produto de limpeza. A perícia ainda não anexou ao processo judicial os detalhes completos sobre a dinâmica da morte.


O advogado da família revelou informações obtidas extraoficialmente: exames teriam detectado vestígios de sangue no banheiro através do uso de luminol. Além disso, o exame residográfico não encontrou pólvora nas mãos nem da vítima nem do marido dela, o tenente coronel Geraldo Leite Rosa Neto.


Em depoimento à Polícia Civil, Geraldo afirmou estar tomando banho quando ouviu o tiro e encontrou sua esposa caída com sua arma na mão — algo incomum segundo especialistas criminais para casos classificados como suicídios.


No dia, Geraldo tomou dois banhos antes de ser levado à delegacia; essa ação é vista como comprometedoras pelas autoridades envolvidas na investigação.

O PlayPlus agora é RecordPlus: mais conteúdo da RECORD para você, ao vivo e de graça. Baixe o app aqui!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.