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Mulher é internada após usar caneta emagrecedora sem prescrição médica

Kellen sofreu paralisia pulmonar e parada cardiorrespiratória e passou a depender de andador ou cadeira de rodas para se locomover

Fala Brasil|Do R7

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Quase 60 mil canetas e ampolas emagrecedoras ilegais foram apreendidas no Brasil entre janeiro e maio deste ano. Especialistas alertam que o uso desses medicamentos sem prescrição pode ter consequências sérias para a saúde. Um caso recente envolve uma mulher chamada Kellen, que ficou internada por meses após utilizar uma dessas medicações sem orientação médica. 

Kellen adquiriu a caneta emagrecedora através de um conhecido e usou-a durante um mês. Como resultado, ela sofreu paralisia pulmonar e parada cardiorrespiratória. Após seis meses hospitalizada, Kellen recebeu alta mas ainda enfrenta sequelas significativas: suas mãos não se abrem completamente e ela depende de andador ou cadeira de rodas para se locomover. 

O caso está sob investigação da Polícia Civil. Dados da Polícia Rodoviária Federal indicam que mais de 58 mil unidades desses produtos irregulares foram interceptadas nos primeiros cinco meses do ano enquanto eram transportadas ilegalmente pelo país. 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente o registro de cinco novas canetas emagrecedoras no mercado brasileiro. Atualmente são 21 os medicamentos autorizados pela agência reguladora; todos exigem receita médica para compra nas farmácias e devem ser usados com acompanhamento médico regular para ajustar doses adequadamente e minimizar efeitos adversos potenciais. 

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