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Mulher morre após dar à luz e família suspeita de negligência médica

A Secretaria Municipal da Saúde lamentou a morte de Bruna e informou que a causa está sendo investigada

Fala Brasil|Do R7

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Bruna, auxiliar de limpeza de 22 anos, morreu quatro dias depois de dar à luz sua filha Lorena em um hospital municipal na zona leste de São Paulo. A família agora busca explicações para a tragédia. Segundo João, marido de Bruna, não havia médicos de plantão e a realização de um ultrassom emergencial foi negada.


A gestação de Bruna foi tranquila e ela já era mãe de gêmeos, nascidos no mesmo hospital três anos antes. No entanto, dois dias após o parto, ela começou a sentir dores fortes e inchaço, sintomas tratados como gases pela equipe médica. Seu estado piorou e ela não conseguia se alimentar ou beber água.


João relatou a ausência de médicos no hospital e suspeita que a placenta não foi totalmente retirada após o parto, o que pode ter ocasionado uma infecção. O pedido de ultrassom foi negado sob alegação de que o exame só era realizado em dias úteis.


Com a parada cardiorrespiratória que ocorreu quatro dias após o parto, Bruna morreu. A família, inconformada, busca justiça para evitar que outras mães passem por situação semelhante.


A Secretaria Municipal da Saúde lamentou a morte de Bruna e informou que a causa está sendo investigada pelo Serviço de Verificação de Óbito. O atendimento está sendo apurado pela Comissão de Averiguação de Óbitos do Hospital.




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