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Preço do prato feito sobe apesar da queda nos alimentos; entenda

Aumento no custo de produção eleva preço médio do PF em São Paulo

Fala Brasil|Do R7

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O tradicional prato feito (PF), composto por arroz, feijão e uma proteína, está mais caro para os brasileiros que almoçam fora de casa. Apesar da recente queda nos preços dos alimentos básicos como arroz e feijão, o valor médio dessa refeição subiu significativamente. Em 2026, a média nacional do PF atingiu R$ 31,90; em São Paulo esse valor é ainda maior. Na região central da cidade houve um aumento de 12% no último ano.


Segundo a Associação de Bares e Restaurantes de São Paulo (ABRASP), o principal motivo para essa alta não são apenas os ingredientes. Os custos operacionais dos estabelecimentos pesam mais na conta final. Aluguel elevado, despesas com serviços financeiros como maquininhas e vouchers além das contas crescentes de água e luz contribuem para o reajuste dos preços.


Adriana Santos é proprietária de um restaurante na capital paulista e confirma que manter as operações tem sido desafiador devido aos aumentos gerais nas despesas fixas. Ela destaca também que combustíveis impactam indiretamente esses custos. "Aluguel, custo financeiro com maquininha, vouchers, conta de água, conta de luz, isso impacta muito".


Apesar disso tudo resultar num PF mais caro ao consumidor final, muitos restaurantes estão absorvendo parte desses aumentos reduzindo suas margens lucrativas para continuar atraindo clientes.


Para economizar, alguns consumidores optam por preparar refeições em casa ou levar marmitas ao trabalho, enquanto outros buscam alternativas pesquisando locais onde possam encontrar melhor relação entre qualidade-preço quando precisam comer fora.

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