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Sintomas que parecem comuns podem esconder doenças neurológicas

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, mais de 3 bilhões de pessoas vivem hoje com alguma alteração neurológica

Fala Brasil|Do R7

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A detecção precoce de doenças neurológicas pode ser crucial para um tratamento eficaz. Este foi o caso de Felipe Lopes Profitti, que aos 17 anos começou a sentir dificuldades na fala e desmaios repentinos. Já sob acompanhamento médico devido ao tremor essencial — condição que causa movimentos involuntários — ele relatou os novos sintomas ao neurologista. Uma tomografia revelou uma malformação arteriovenosa cerebral (MAV), condição capaz de provocar hemorragia cerebral com possíveis sequelas irreversíveis.


Após a descoberta da MAV, Felipe passou por cirurgia há um mês e atualmente está em recuperação com sessões de fisioterapia e acompanhamento médico regular. O diagnóstico trouxe alívio à família após o susto inicial pela gravidade potencial da situação.


O caso ilustra como alterações aparentemente pequenas podem sinalizar problemas sérios. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, mais de 3 bilhões de pessoas vivem hoje com alguma alteração neurológica — cerca de 40% da população mundial. Especialistas alertam que essas doenças estão afetando cada vez mais jovens devido ao estilo de vida moderno repleto de estresse e atividades físicas intensas.


Embora nem toda dor ou sintoma indique algo grave, sinais persistentes devem ser investigados cuidadosamente. Exames como tomografias ou ressonâncias são fundamentais para identificar condições perigosas antes que se tornem críticas.

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