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Mercado de produtos esportivos falsos movimenta 225 milhões de peças por ano

O preço baixo é o principal atrativo, seduzindo consumidores de todas as classes sociais

Hoje em Dia|Do R7

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A pirataria impacta negativamente a economia brasileira, especialmente no setor esportivo. Recentemente, autoridades apreenderam mais de mil camisetas da seleção e cerca de 50 mil figurinhas e álbuns da Copa do Mundo 2026 em São Paulo, levando à prisão de quatro pessoas.


Esses produtos, muitas vezes produzidos em São Paulo, são distribuídos pelo Brasil. Em Nova Iguaçu (RJ), centenas de camisetas falsas foram encontradas em um ônibus vindo da capital paulista.


De acordo com a Associação pela Indústria e Comércio Esportivo (APSE), a compra de itens falsificados aumentou nos últimos dois anos, com um consumo anual de mais de 225 milhões de peças piratas, representando 34% do mercado total e uma perda estimada em R$ 32 bilhões.


Além da produção local, há importações ilegais. Recentemente, a Receita Federal interceptou 22 toneladas de camisas falsificadas da China no Porto de Santos.


O preço baixo é o principal atrativo, seduzindo consumidores de todas as classes sociais. Contudo, muitos não percebem que compram falsificações devido à semelhança com os originais ou aos enganos de vendedores online.


Para evitar fraudes, é essencial verificar a qualidade: etiquetas malfeitas e tecidos baratos são indicativos de falsificação; embalagens opacas podem sinalizar figurinhas falsas; e preços muito baixos devem levantar suspeitas.

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