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Morte de brasileira na França levanta alerta sobre trombose e doença autoimune

Natural de Goiás, a jovem morava na Itália havia cerca de um ano e meio, onde trabalhava e estudava gestão financeira e a língua italiana

Hoje em Dia|Do R7

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A morte repentina de Anna Júlia, brasileira de 24 anos, em um hotel em Paris, na França, chamou a atenção para os riscos da trombose. Natural de Goiás, a jovem morava na Itália havia cerca de um ano e meio, onde trabalhava e estudava gestão financeira e a língua italiana. Ela foi encontrada morta pelas amigas durante um passeio na capital francesa.

Segundo a família, Anna Júlia tinha síndrome do anticorpo antifosfolipídico, uma doença autoimune que aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos. Em janeiro de 2025, ela já havia enfrentado um quadro grave de trombose, que exigiu internação na UTI por vários dias. A jovem fazia tratamento com anticoagulantes, mas havia trocado a medicação recentemente. A causa da morte ainda não foi confirmada e está sendo investigada pelas autoridades italianas.

Em entrevista ao Hoje em Dia, o médico Antônio Sproesser explicou que doenças associadas à trombofilia podem provocar tromboses graves, inclusive em pessoas jovens e sem sintomas aparentes. O especialista também destacou a importância da prevenção, com atividade física regular, hidratação, controle de doenças como diabetes e hipertensão e pausas para movimentação durante períodos prolongados sentado. O acompanhamento médico e a realização de exames são fundamentais para monitorar a evolução da doença e ajustar o tratamento quando necessário.

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