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Uso crescente de cigarro eletrônico entre jovens brasileiros alerta para riscos à saúde

Os cigarros eletrônicos chegaram ao Brasil em 2008 como uma alternativa supostamente menos prejudicial que o cigarro tradicional

Hoje em Dia|Do R7

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O aumento do uso de cigarros eletrônicos entre os jovens brasileiros preocupa as autoridades sanitárias. Apesar das restrições da Anvisa desde 2009, 30% dos adolescentes entre 13 e 17 anos já experimentaram o produto, contrastando com a redução do número de fumantes no Brasil.


Os cigarros eletrônicos chegaram ao Brasil em 2008 como uma alternativa supostamente menos prejudicial que o cigarro tradicional. No entanto, pesquisas indicam que esses dispositivos contêm nicotina e outras substâncias tóxicas que podem causar dependência rapidamente e desencadear doenças graves.


Casos como o de Laura Beatriz Nascimento, diagnosticada com câncer de pulmão aos 26 anos após cinco anos de uso, ilustram os perigos. Ela precisou remover parte do pulmão e agora compartilha sua experiência nas redes sociais para alertar sobre os riscos.


Apesar da proibição da Anvisa, a facilidade de aquisição é um problema. Pedro Barbosa começou a fumar aos 17 anos e parou recentemente com tratamento médico.


Especialistas alertam que o uso excessivo de cigarros eletrônicos pode levar ao desenvolvimento precoce de doenças severas tradicionalmente associadas ao tabaco convencional. Diante deste cenário alarmante, campanhas educativas buscam conscientizar sobre os riscos irreversíveis do vício em vapes.

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