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Mães Heroínas: mulheres compartilham drama da perda dos filhos e lutam por justiça

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Keiko Ota perdeu seu filho de oito anos, em 1997, data em que ele foi sequestrado em casa e morto com dois tiros no rosto. Keiko foi capaz de perdoar o assassino, um policial que fazia "bico" como segurança em uma das lojas da família, e criou um instituto que leva o nome do seu filho: Ives Ota. Nele, muitas mães que também perderam seus filhos em tragédias compartilham suas dores e recebem ajuda emocional e jurídica.

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