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Série JR: À Procura

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Série "À Procura" vai mostrar o drama de famílias que buscam por desaparecidos
Série "À Procura" vai mostrar o drama de famílias que buscam por desaparecidos

Série JR mostra a busca angustiante por 250 mil pessoas que desaparecem por ano no Brasil

Para entender como acontece esta procura, o Jornal da Record registrou em uma espécie de diário do desaparecimento, os primeiros momentos de aflição sofridos por famílias. A equipe acompanhou Maria de Lourdes, de 49 anos, que relatou o drama de ter um filho desaparecido. Fabiano Barbosa, de 35 anos, sumiu no dia 17 de julho na zona norte de São Paulo. Ela conta os momentos de sofrimento por ter "perdido" o filho que sofre de deficiência psiquiátrica. Maria de Lourdes visitou hospitais, percorreu a região onde mora por diversas vezes e chegou a procurá-lo no IML. Um drama que afeta mais de 250 mil famílias todos os anos no Brasil. A reportagem especial é de Luis Guedes e Luiz Carlos Azenha.


Série JR: famílias sofrem com desaparecimento de adolescentes no Rio e interior de SP

Os pais sofrem com o desaparecimento dos filhos adolescentes, no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo. O Gustavo, de 15 anos, foi a uma festa, na Baixada Fluminense, e nunca mais foi visto. Os familiares procuraram em toda parte, mas não conseguiram encontrá-lo. De acordo com testemunhas, houve um tiroteio na festa, Gustavo foi baleado e colocado em uma viatura, mas não há registro sobre o fato


Série JR: crianças são as vítimas mais difíceis de serem encontradas no Brasil

O desaparecimento de uma pessoa afeta toda a família, mas a tristeza é maior quando se trata de uma criança. Ao todo, 40 mil crianças desaparecem todos os anos, no Brasil. E elas são as vítimas mais difíceis de serem encontradas. A Stefani Rochinski, por exemplo, desapareceu quando tinha 10 anos. E, até hoje, seis anos depois, a mãe ainda preserva as roupas e brinquedos da filha.


Série JR: falta de integração entre hospitais, polícias e IML dificulta buscas por desaparecidos

Somente em São Paulo, a delegacia que investiga desaparecimentos recebe 19 casos, por dia. Em todo o Estado, são mais de 24 mil registros, por ano. E investigar esses desaparecimentos não é uma tarefa fácil, pois não existe uma integração entre os cadastros dos hospitais, polícias e IML. Dessa forma, quando o desaparecido morre durante as investigações, é comum que acabe sendo enterrado sem que a família seja avisada.


Série mostra pequenas iniciativas que ajudam famílias a encontrarem parentes desaparecidos

Pequenas iniciativas podem ter um grande resultado na busca por pessoas que sumiram. No último capítulo da série especial, conheça pessoas que ajudam famílias a descobrirem o paradeiro de desaparecidos. O Ministério Público de São Paulo criou uma cartilha para orientar as famílias. Ao contrário do que muita gente imagina, é possível registrar o desaparecimento na delegacia em menos de 24 horas. Depois é preciso procurar outros órgãos públicos que possam ajudar na busca como a Secretaria de Assistência Social do Município. 

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