Ideia de CPI para investigar escândalo de amistoso da seleção ganha força no DF
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Jornal da Record|Do R7
Para promover um amistoso da seleção brasileira em Brasília, o governo do Distrito Federal pagou R$ 9 milhões a uma empresa que não tinha nenhuma experiência no ramo e nem capital. A suspeita é que a Ailanto Marketing tenha sido criada apenas para receber a verba da partida. A sócia da Ailanto criou uma empresa rural e quatro meses depois do amistoso arrendou uma fazenda de Ricardo Teixeira, presidente da CBF, por um valor bem acima do mercado. Deputados do DF querem reabrir a discussão por uma CPI que investigue o caso.















