Policiais mineiros criam armadilha para cobrar propina de agentes paulistas
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Jornal da Record|Do R7
A investigação concluiu que os policiais mineiros organizaram uma armadilha para os agentes paulistas. O objetivo era simular uma batida policial na hora da troca do dinheiro e exigir propina de R$ 1,5 milhão de cada parte envolvida no esquema de lavagem de dinheiro. O plano não deu certo e o tiroteio entre os grupos foi iniciado.
Sobre o episódio de Juiz de Fora (MG), o Grupo AJC esclarece que em nenhum momento seus funcionários foram à cidade mineira para trocar dólares ou obter qualquer valor em espécie. Os colaboradores do grupo viajaram a Minas para negociar um contrato de empréstimo que seria feito de acordo com a lei, mas perceberam que haviam sido vítimas de uma tentativa de golpe do estelionatário Antonio Vilela e, segundo dados mais recentes da investigação, de policiais civis mineiros. Preso em flagrante na ocasião, Vilela responde por vários crimes envolvendo dinheiro falso. As investigações não encontraram dólares, descartando versões iniciais publicadas pela imprensa, simplesmente porque nunca houve moeda estrangeira na negociação. O AJC está colaborando ativamente com as autoridades de Minas e São Paulo nas investigações.
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