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Marina Person fala sobre carreira e reforça a importância do streaming: ‘Assistir na hora que quiser é muito bom’

No elenco do Acerte ou Caia! deste domingo (28), a atriz, diretora e apresentadora contou bastidores do game

Entrevistas|Allef Fonseca*, do site oficial

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Marina Person participa do Acerte ou Caia! deste domingo (28) Edu Moraes/RECORD

Atriz, diretora e apresentadora, Marina Person chega ao Acerte ou Caia! deste domingo (28) trazendo toda a sua versatilidade. Com bagagem de sobra, ela já viveu muitas experiências no audiovisual, mas confessa que o game show mexeu com ela de um jeito especial.

Em entrevista ao site oficial, Marina contou como foi topar o desafio, falou da adrenalina de estar diante das câmeras e até revelou qual foi seu medo ao chegar no programa.


“Eu já tinha participado de outros game shows, inclusive eu apresentei um junto com o Cazé Peçanha e eu gosto muito, acho muito divertido e até por isso eu topei em ir ao programa. Eu inclusive assisti alguns episódios antes de topar, até porque fiquei com medo da queda”.

Sobre dividir o palco com Tom Cavalcante, Marina disse que essa foi a primeira vez que esteve mais próxima do apresentador e destacou a importância dele para a televisão.


“Eu não conhecia o Tom Cavalcante. Acho que eu já tinha cruzado com ele em algum momento, mas eu nunca tinha conversado com ele. Nós não interagimos muito, foi só aquele momento ali no programa, mas ele é uma pessoa que tem um papel muito importante no humor brasileiro. Ele está na televisão há quantos anos e continua aí. Então foi muito legal conhecer de perto”.

A participação também foi marcada pela tensão. Ela admite que, na pressão do jogo, até perguntas simples parecem se transformar em grandes enigmas.


“É muita pressão, parece que a gente fica burra na hora. Porque parece que as coisas mais simples somem da cabeça e às vezes você entra em uma trilha errada, porque a resposta é muito evidente e você pega uma linha de pensamento paralela na cabeça, e a resposta simplesmente não vem. Aí você olha e fala: ‘Nossa, como que a pessoa não acertou isso?’. Então, é muito curioso como funciona a mente humana sob pressão”.

Apesar de não ter se preparado de forma intensa, Marina revelou uma curiosidade sobre o que resolveu pesquisar antes da gravação.


“A única coisa que eu estudei foi o que eu vi em alguns programas, foi uma coisa que a gente não usa mais, que é dinheiro físico. O Tom perguntou para alguns participantes: ‘Qual é a imagem que tem na cédula tal?’. Aí eu pensei: há quanto tempo que a gente não usa uma nota de dinheiro na mão. Aí isso foi uma coisa que eu pesquisei. Mas a verdade é que não tem como estudar, porque no programa ou você tem na sua vivência ou não consegue, porque é muito da cultura popular. Acho que algum estrangeiro não conseguiria”.

Carreira e referências

Com uma carreira que passa do cinema, televisão à direção cinematográfica, Marina Person explicou como consegue equilibrar tantos papéis diferentes na comunicação. Para ela, a chave está na forma como cada projeto acontece em blocos.

“Todos os trabalhos que eu faço são por períodos, por isso eu consigo fazer tanta coisa diferente. Então, por exemplo, quando eu faço um filme, eu passo meses trabalhando nele e quando ele acaba, não dá para emendar em outro filme. Tem muito trabalho para uma produção que não envolve somente a filmagem, então nesses períodos eu consigo fazer outras coisas, como trabalhar como apresentadora, enfim, é isso. Eu alterno na direção, atuação entre outras coisas”.

Entre tantas áreas, para ela as inspirações também vêm de diferentes lugares. Marina revela que cada fase da vida traz uma nova referência para se seguir.

“Cada época tem uma pessoa diferente que me inspira. Eu acho que artisticamente tem aquelas pessoas que inspiram a gente, por conta das obras que a gente admira, mas eu acho que sobretudo tem aquelas pessoas que inspiram a gente pela atitude diante do seu trabalho. Eu sempre fui muito fã do David Bowie, que era um artista que fez trabalhos incríveis”.

Mas não é só na arte que ela busca referências. Para Marina, a admiração também nasce a partir de exemplos de bom profissionalismo e vida.

“Aqui no Brasil, pode parecer um pouco fora do meu campo de trabalho, mas eu admiro muito o Drauzio Varella, muito como ser humano, assim, é um médico, mas que também expandiu muito dos limites que são esperados de um médico no Brasil. Então eu admiro ele tanto como profissional como pensador também”.

Projetos e sonhos

Marina Person dirigindo uma série para o streaming Reprodução/Instagram

Entre seus novos desafios profissionais, Marina contou que está envolvida em diferentes frentes, que vão desde o cinema autoral, produções independentes até o streaming. Sempre aberta a explorar linguagens e formatos, ela adiantou que já tem planos que considera especiais para os próximos anos.

“Eu tenho muitos projetos dos sonhos. Isso também varia de período. Por exemplo: agora estou com um projeto autoral de fazer um filme em São Paulo que envolve filmagem em uma feira livre. Esse é o projeto que eu estou almejando fazer agora, mas, ao mesmo tempo, eu estou contratada para dirigir episódios de uma nova série para o streaming. Eu também vou lançar um filme ano que vem, que participei como atriz, que é totalmente independente, dirigido pelo Gabriel Klinger e eu espero que esses projetos tenham um bom alcance”.

Carregando o legado do pai, o renomado cineasta e roteirista Luiz Sérgio Person, Marina encontrou no cinema uma forma de transformar a dor da perda em expressão artística. Ao ressignificar a ausência, conseguiu também criar uma ponte de conexão com sua própria história.

“Eu acho que a intenção de fazer o filme Person era justamente isso, abordar um assunto muito pessoal de uma tragédia familiar, porque eu perdi o meu pai quando eu era muito pequena, e transformar em arte, o que me deu também a possibilidade de trabalhar esse trauma. Mas, para além disso, acho que o grande ganho que eu tive foi conhecer um pouco mais do meu pai e eu sou muito grata ao cinema por ele ter trazido um pouco mais dele para mim, essa figura com quem eu não pude ter convivência”.

O futuro do cinema e TV

Vivendo em uma era marcada pela evolução das mídias, Marina destacou que o presente e o futuro da televisão e do cinema estão no streaming. Para ela, com o acesso às produções em plataformas, o público não abre mão da liberdade de assistir ao conteúdo onde e quando quiser.

“Eu acho que o fato de você poder assistir ao programa que você quer na hora que quiser depois que ele foi ao ar é muito bom. São poucos os programas que precisam ser ao vivo hoje também, temos os esportes, jornal, debates, mas todo o resto eu acho que você pode assistir na hora que você quiser, e mesmo esses programas você ainda pode assistir depois se você perder o ao vivo. Isso é algo que não dá para voltar atrás, é irreversível. Acho que essa oportunidade dada ao espectador que ele nunca mais vai abrir mão. Então, a tendência é tudo evoluir para isso, porque os programas que não ficam disponíveis para assistir depois estão fadados ao esquecimento”.

Grande prêmio e ajuda

E quando o assunto é o grande prêmio do Acerte ou Caia!, que pode chegar a R$ 300 mil, Marina contou que já tem destino certo para o valor caso vença e será voltado a uma causa especial.

“Eu ia usar para ajudar todo mundo da minha família, talvez até para viajar para ver os meus sobrinhos. Mas acho que principalmente ajudar algumas pessoas próximas que eu conheço e sei que fariam um bom uso desse dinheiro”.

Será que ela vai conseguir levar o prêmio? Não perca o game show desta semana!

*Estagiário sob supervisão de Juliana Lambert

O Acerte ou Caia! vai ao ar todos os domingos, a partir das 15h30, na tela da RECORD. Acompanhe o site oficial e fique por dentro de todas as novidades. Reveja o programa completo no RecordPlus.

Veja também: confira o elenco do Acerte ou Caia! deste domingo (28)

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