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Ariane de Pontes Rolim, a ‘Penélope’ do PCC, é presa em São Paulo

Acusada liderava o Tribunal do Crime no litoral paulista e decidia quem vivia e quem morria na região

Balanço Geral|Do R7

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Ariane de Pontes Rolim, conhecida nos círculos criminosos como Penélope ou Pandora, foi detida em uma operação policial no litoral sul de São Paulo. Aos 30 anos, ela é apontada como líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital. Segundo as investigações, a Penélope do PCC comandava o chamado Tribunal do Crime na região. A polícia rastreou seus movimentos por meses antes de capturá-la em Itanhaém.


A atuação de Ariane abrangia desde o tráfico de entorpecentes até a imposição de regras internas da facção. Ela era responsável pela coordenação das atividades ilícitas e pela manutenção da ordem entre os membros do grupo criminoso. Mensagens interceptadas revelaram seu papel decisivo nas punições aplicadas aos que desobedeciam as normas estabelecidas pelo estatuto da organização.


Durante sua prisão, foram apreendidos dispositivos eletrônicos que podem fornecer novas pistas sobre outros crimes associados à sua liderança dentro do PCC. O caso destaca um padrão crescente: mulheres ocupando posições significativas no mundo do crime organizado. Recentemente, operações policiais também prenderam outras mulheres ligadas ao braço feminino da facção.


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