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Balanço Geral faz simulação de tiro para investigar a morte da soldado Gisele

Testes mostraram que é improvável alguém atirar contra si mesmo e continuar com a arma nas mãos

Balanço Geral|Do R7

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A morte da soldado Gisele Alves Santana no apartamento onde vivia com o marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, em São Paulo, gerou controvérsias. Geral afirma que a esposa tirou a própria vida usando um revólver calibre .40, no entanto, a família contesta essa versão e acredita que ela foi assassinada.


Um dos aspectos que chamou a atenção da polícia sobre a morte foi a forma como a arma estava colocada na mão de Gisele. Para investigar as possibilidades, o Balanço Geral foi até um clube de tiro em Barueri, na Grande São Paulo, demonstrar como o corpo reage durante um disparo.


Especialistas em tiros fizeram testes para examinar se seria possível alguém atirar contra si mesmo e ainda manter a arma na mão. Os resultados indicaram que é improvável, devido ao forte recuo gerado pelo disparo.


Outra investigação levantada foi com relação aos resíduos de pólvora nas mãos. Mais testes revelaram que lavar bem as mãos pode resultar em um falso negativo nos exames. O caso, inicialmente registrado como suicídio, agora é investigado como morte suspeita.

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