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Caso Gisele: coronel Neto será julgado por feminicídio na Justiça comum

Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça; inicialmente interpretado como suicídio pelas autoridades, as evidências apontaram para feminicídio

Balanço Geral|Do R7

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O Superior Tribunal de Justiça decidiu que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto será julgado pela Justiça comum pelo assassinato da esposa, a soldado Gisele Alves Santana. A decisão marca uma reviravolta no caso, inicialmente tratado como suicídio, mas considerado suspeito de feminicídio desde o meio de março. O crime ocorreu no Brás, região central de São Paulo.


Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça. Inicialmente interpretado como suicídio pelas autoridades militares, o caso ganhou novos contornos após investigações apontarem inconsistências na cena do crime e comportamento suspeito por parte de Neto. Laudos periciais indicaram manipulação da cena e levantaram dúvidas sobre a versão inicial.


Na Justiça comum, sete jurados decidirão sobre a culpa ou inocência de Neto, com penas mais severas: começando em 20 anos, podendo chegar até 40 anos.


Atualmente detido no presídio militar Romão Gomes, o tenente-coronel divide cela com outros internos sob condições controladas. Ele aguarda julgamento sem confessar envolvimento direto. Para a família, a decisão representa esperança por justiça adequada diante das evidências apresentadas.

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