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Ministério Público descarta suicídio da PM Gisele; coronel Neto ainda nega acusações

Conclusão foi baseada em laudos periciais que contradizem a versão de suicídio apresentada pelo acusado

Balanço Geral|Do R7

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O Ministério Público concluiu que a morte da soldado Gisele Alves Santana foi um assassinato, com o principal suspeito sendo seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. A conclusão foi baseada em laudos periciais que contradizem a versão de suicídio apresentada pelo acusado.


Geraldo Rosa Neto alegou que sua esposa tirou a própria vida, mas as evidências mostram inconsistências em seu depoimento e na cena do crime. A trajetória da bala e as marcas no pescoço de Gisele não são compatíveis com um disparo autoinfligido. Além disso, a arma utilizada pertencia ao tenente-coronel e estava em um local de difícil acesso.


Testemunhas relataram que o acusado demorou para chamar o socorro após ouvir o tiro, e que seu comportamento naquele dia foi suspeito. O caso, inicialmente registrado como suicídio, foi reclassificado como morte suspeita dias após o evento, graças às provas obtidas.


O julgamento está previsto para setembro, onde Geraldo enfrentar acusações de feminicídio e fraude processual. Ele também pode perder sua patente militar, afetando sua aposentadoria.


A família de Gisele sempre teve dúvidas sobre a versão de suicídio, e agora aguarda por justiça, esperando que o processo revele mais informações sobre o caso. A defesa de Geraldo continua negando as acusações, enquanto investiga os novos laudos apresentados.

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