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'Pheromone-maxxing': nova moda de não tomar banho nem passar perfumes chega ao Brasil

Tendência de evitar banhos para maximizar os feromônios masculinos divide opiniões em São Paulo

Balanço Geral|Do R7

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Uma nova tendência chamada "pheromone-maxxing", que surgiu nos Estados Unidos e já chegou a algumas regiões de São Paulo, está gerando discussões. A prática envolve homens da geração Z evitando banhos e desodorantes na tentativa de aumentar a produção de feromônios e potencializar sua atratividade. No entanto, essa moda não tem sido bem recebida por todos.


A ideia é que o suor acumulado aumente a liberação de substâncias associadas à atração sexual. Alguns adeptos afirmam ter recebido mais elogios desde que adotaram esse comportamento. Contudo, muitos questionam se isso realmente funciona ou se é apenas uma desculpa para evitar hábitos de higiene.


Especialistas explicam que, enquanto o suor em si não tem odor desagradável, seu acúmulo pode intensificar cheiros indesejados devido à interação com bactérias. Dermatologistas alertam para problemas como inflamações no couro cabeludo e outras condições bacterianas decorrentes da falta de higiene.


Embora as justificativas científicas sobre os feromônios sejam verdadeiras até certo ponto, muitos entrevistados preferem parceiros com boa higiene pessoal. Produtos artesanais voltados ao cuidado corporal continuam populares entre aqueles que valorizam um aroma agradável acima de modas passageiras.


Enquanto alguns famosos internacionais também aderem parcialmente à tendência ao reduzir o uso diário de perfumes ou banhos completos — como Ashton Kutcher e Brad Pitt — parece haver um consenso em países tropicais como o Brasil que manter-se limpo ainda é essencial para a saúde e convívio social.


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