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Morte rope jump: instrutor investigado já teve registro de bombeiro civil

Justiça nega habeas corpus a instrutores envolvidos na morte de jovem em salto radical sem corda

Balanço Geral|Do R7

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A Justiça negou o pedido de habeas corpus para Luiz Felipe, Michael e Vitor, instrutores envolvidos no caso da jovem Maria Duarda, que morreu ao ser jogada de uma ponte sem equipamento de segurança adequado. O incidente ocorreu na Ponte do Esqueleto em Limeira, interior de São Paulo. Os três homens estão detidos desde 13 de junho.


Luiz Felipe já foi registrado como bombeiro civil até o ano passado. Em depoimento à polícia, ele omitiu essa informação e se apresentou como auxiliar de produção. A delegada responsável pelo caso considerou que os acusados assumiram riscos ao não garantir a segurança necessária durante o evento esportivo conhecido como rope jump.


O Ministério Público deve apresentar denúncia contra os acusados por homicídio com dolo eventual devido à negligência demonstrada pelos instrutores experientes no esporte radical. As penas podem variar entre 12 a 20 anos, dependendo das qualificadoras aplicadas pela promotoria durante o julgamento no Tribunal do Júri.




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