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Pai de família é morto por carro que participava de racha em SP

Corridas ilegais de carros e motos causam mortes e destruição em todo o país

Balanço Geral|Do R7

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A prática dos rachas continua a causar tragédias nas ruas do Brasil. Recentemente, Guilherme Xavier, um motoboy de 30 anos que trabalhava como supervisor de segurança durante o dia e fazia entregas à noite para complementar sua renda, perdeu a vida em São Paulo. Ele foi vítima de uma colisão causada por um carro envolvido em uma corrida automobilística não autorizada.


O acidente ocorreu quando um motorista de 19 anos disputava racha com outro veículo na cidade. A moto de Guilherme foi atingida violentamente pelo carro do jovem e acabou pegando fogo após ser arremessada pela força da batida. O impacto deixou duas filhas sem pai e uma esposa desolada.


A Polícia Civil investiga o caso como participação em corrida ilegal. O motorista responsável está preso temporariamente por 30 dias enquanto as autoridades coletam mais evidências sobre outros possíveis envolvidos na disputa perigosa.


Infelizmente, casos como este são comuns no Brasil. Em 2022, mais de 37 mil pessoas morreram em acidentes rodoviários decorrentes da imprudência ao volante — incluindo rachas — além das falhas mecânicas nos veículos ou motoristas embriagados.


De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito (CBT), promover ou participar dessas competições é crime passível de prisão entre seis meses a três anos; multas pesadas também podem ser aplicadas aos infratores junto à perda definitiva da Carteira Nacional Habilitação (CNH). Se houver vítimas fatais resultantes dessa atividade ilícita as penalidades tornam-se ainda mais severas.

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